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Indice dos artigos do site, capítulos do livro completo

A adoração a Maria (Mariolatria) é pecado na Bíblia?

Mariolatria idolatria

* Recebi educação católica no seio de uma família de classe média. Os meus pais enviaram-me para a Escola da Anunciação, onde recebi a minha educação primária. Durante os oito anos que permaneci nessa escola era requerido assistir à missa todos os domingos na Catedral da Anunciação, onde por fim viria a servir por dois anos como sacristão, dando assistência aos sacerdotes.

Recordo bem a beleza da catedral- os seus tetos com cerca de nove metros de altura, as formosas janelas mosaicas, os mobiliários de ouro, as cores violeta e escarlata, e as estátuas dos santos, Maria e o menino Jesus.

Não levei muito tempo para considerar a Virgem Maria como mais importante para mim que o próprio Jesus. Sentia um amor fervoroso e devoto por ela. Rezei milhares de “aves marias” na minha juventude, algumas vezes enquanto estava ajoelhado perante uma estátua da “Mãe de Deus”.


A Primeira Mentira: A Imortalidade da Alma



Doutrina mortalidade da alma

No início da história, Satanás, havendo assumido a forma de serpente, pronunciou a primeira mentira a Eva. Disse-lhe que se desobedecesse á ordem de Deus de não comer do fruto da Arvore do Conhecimento do Bem e do Mal, “Não Morrereis”, apesar de Deus ter expressamente advertido o homem que “no dia em que dela comeres certamente morrerás” (ver Gênesis 3:4, 2:17).

Satanás traiçoeiramente assegurou a Eva (outra mentira descomunal) que ao comer o fruto “os vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal” (Gênesis 3:5). Prezados amigos, estamos todavia a acreditar no que disse o diabo? A Bíblia estabelece claramente que Deus é “aquele que tem, ele só, a imortalidade” (I Timóteo 6:16). 

Quem iria mudar os tempos e a Lei?

Mudar a lei

Fica-nos por assinalar todavia outro traço característico da besta — “cuidará em mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25). Nunca esquecerei o dia em que me inteirei que a Igreja Católica Romana e o poder papal estavam preditos na profecia bíblica.

Um sábado de manhã foi convidado a uma igreja local para escutar um jovem ministro que estava ensinando uma classe sobre as profecias do livro de Daniel. Naquela manhã ele expunha as profecias de Daniel 7, as quais revelam as quatro grandes potencias mundiais que sucessivamente dominariam o mundo. Estes quatro império monolíticos eram

- Babilônia (o leão, versículo 4),
- Medo-Pérsia (o urso, versículo 5),
- Grécia (o leopardo, versículo 6),
- Roma (o animal terrível e espantoso, versículo 7).

A mudança gradual do Sábado para o Domingo na história

mudança sabado domingo

Assim tudo batia certo. O jovem ministro tinha dito a verdade naquele sábado de manhã! O “chifre pequeno” de Daniel 7 e a “besta semelhante a um leopardo” de Apocalipse 13 são o papado romano, que pensou em mudar “os tempos e as leis”.

Satanás, por intermédio de seu agente na Terra, o papa de Roma, tinha conseguido mudar o tempo no qual devemos adorar ao criador do sétimo dia para o primeiro dia da semana e como resultado há que ter em conta que muitos cristãos, ignorantemente, estão guardando “preceitos de homens”. Porventura não nos advertiu Cristo:


“Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”? (Mateus 15:9).

Para que servem os sacramentos da igreja?

Sacramentos da igreja

É curioso que a palavra “sacramento”, termo católico romano que significa “um sinal visível e tangível mediante o qual Deus se aproxima de nós, se compenetra em nossas vidas e nos atrai a si mesmo por meio da sua graça…” deriva de uma tradução latina do vocábulo grego misterion, que quer dizer ‘mistério’” (Basics of the Faith: A Catholic Catechism p. 151).

Três dos sete sacramentos ou “mistérios” são: o Batismo Infantil, a Sagrada Eucaristia na qual se diz Jesus estar real e verdadeiramente presente e que é, na realidade, um mistério diferente de todos os demais; e a Ordem Sacerdotal por meio da qual aqueles que ficam constituídos como ministros sagrados ou sacerdotes tomam o voto de castidade como disciplina da Igreja Católica Romana, apesar da Bíblia dizer:

“Não é bom que o homem esteja só” e “É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, vigilante, sóbrio… não dado ao vinho…” (Gênesis 2:18; I Timóteo 3:2, 3).